No 7655 Ano 32   © 2018   2a-feira 12nov2018
nanoJORNAL para Tablets & smartphones

Levy aceita
presidir o BNDES

Ex-ministro da Fazenda de Dilma Rousseff, Joaquim Levy foi convidado pelo futuro ministro Paulo Guedes e aceitou presidir o BNDES. Levy quer o BNDES voltado para o financiamento de tecnologia e inovação e reduzir os desembolsos para a chamada velha economia. Ele precisará de um período de silêncio de três semanas para o afastamento do Banco Mundial, onde é diretor financeiro. Levy terá a missão de reestruturar o BNDES e perseguirá a meta de acertar todos os pagamentos do banco ao Tesouro. Mas precisa, antes, da concordância de Bolsonaro.

O BRASIL E O MUNDO HOJE
Deslizamento no morro da Boa Esperança, em Niterói RJ: árvores, muita lama e 15 vítimas fatais.

foto Tânia Rêgo / ABr





Primeiro passeio do presidente eleito Neste domingo, o presidente eleito Jair Bolsonaro fez seu primeiro passeio depois de atentado, pela Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro - sob forte escolta. Foi ao banco retirar dinheiro para fazer um churrasco com seus seguranças, segundo sua assessoria. Parou em dois quiosques na praia da Barra, onde cumprimentou eleitores, posou para fotos e tomou água de coco. Tanto nos quiosques como ao voltar para casa, o presidente eleito ouviu gritos de "Mito!".

Um ano de reforma trabalhista Neste domingo, a reforma trabalhista completou um ano. A legislação alterou mais de 100 pontos da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) e instituiu novas formas de contratação, como o trabalho intermitente. Outras mudanças foram a demissão por acordo, divisão das férias em três períodos e o fim da contribuição sindical. A expectativa era que a reforma contribuísse para a geração de empregos. Pelos dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho, desde que a lei passou a vigorar, foram criados mais de 372,7 mil postos de empregos formais em todo país.

Índices / Mercado

MOEDAS
            Compra  Venda
Dólar
Comercial   3,7344  3,7350
PTax        3,7500  3,7506

OURO
R$/grama       BM&F 145,60

BOLSAS
S Paulo  (Bovespa)  +0,02%
S Paulo  (IBx)      +0,07%
S Paulo  (IBx-50)   -0,04%

Poupança antiga    0,5000%
Poupança nova      0,3715%



Semana curta, olho na política. Mais uma semana financeira - curta por feriados, aqui e nos EUA - terá foco na política. Os investidores aguardam novidades sobre medidas (como a reforma da Previdência) a serem aplicadas já ou no mandato do presidente eleito Jair Bolsonaro. Espera-se, também, anúncios de novos ministros e membros da equipe do novo presidente. Na agenda, a Bolsa de N York fecha hoje, Dia dos Veteranos, reduzindo a liquidez dos mercados brasileiros. Aqui, a Bolsa SP fecha na 5a-feira, comemoração da República.

Morre 15ª vítima do deslizamento em Niterói Morreu ontem a 15ª vítima do deslizamento no morro da Boa Esperança, em Niterói, Grande Rio. Arthur Caetano Carvalho, de 3 anos, foi socorrido com vida na véspera, mas não resistiu aos ferimentos. Sete casas ficaram soterradas quando uma pedra se desprendeu do alto do morro e deslizou, levando abaixo árvores e muita lama. O sepultamento de 13 das 15 vítimas do desabamento foi realizado ontem à tarde, no Cemitério do Maruí, em Niterói. Sete dos mortos eram da mesma família.

100 anos da 1ª Guerra: Macron alerta contra nacionalismo. Nas cerimônias pelo centenário do fim da Primeira Guerra Mundial, quando 70 líderes mundiais se reuniram em Paris, o presidente francês, Emmanuel Macron, alertou para os perigos do nacionalismo. Em seu discurso, Macron pediu que os governantes evitem os erros que levaram ao conflito no qual 9,7 milhões de pessoas morreram. "O patriotismo é exatamente o oposto ao nacionalismo. O nacionalismo é uma traição ao patriotismo. É dizer que nossos interesses estão em primeiro lugar, aconteça o que acontecer com os outros", disse Macron, exortando os governantes a defender as instituições internacionais.

E MAIS:
Leitura // Qualidade? Que qualidade?
   
Um diagnóstico preciso da crise de aprendizagem e os caminhos possíveis para resolver esses problemas. O fato de que existe uma grave deficiência educacional no Brasil já é sabido há tempos: uma quantidade alarmante de crianças e adolescentes que frequentam as salas de aula aprende pouco, muito pouco ou quase nada. O problema, entretanto, é que muito se fala da disciplina dos alunos, da merenda, do uso de computadores na escola, de uma suposta doutrinação ideológica e das inúmeras propostas de novas matérias, mas o debate público sobre a qualidade do ensino propriamente dita com frequência carece de substância, e quase não se discute sobre medidas efetivas para mudar essa realidade. Em País Mal Educado, com base em criterioso trabalho de pesquisa, entrevistas e investigação in loco nas salas de aula, o jornalista Daniel de Barros aponta as falhas mais graves do sistema educacional brasileiro, procurando responder por que se aprende tão pouco nas escolas do nosso País e de que maneiras essa triste realidade pode ser modificada. // País Mal Educado / Daniel Barros / Editora Record, 308 páginas, R$ 49,90 / Menor preço: R$ 29,90 (www.amazon.com.br, www.livrariasaraiva.com.br) / O frete pode encarecer uma oferta. Verifique sempre.

Jornaldodia nanoJornal para tablets & smartphones
© 2016   http://www.jornaldodia.com.br>Jornaldodia / Brasil